Hi guys! Como estão? Eu estou bem. Estou sumida por causa dos assuntos da faculdade. Sabem como é? Vida de universitária não é fácil. Eu estou torcendo muito para entrar de férias, mas enfim, vamos ao assunto que nos interessa: Estou criando uma nova fanfic!
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| Protagonista da minha nova história. |
Ainda estou escrevendo o livro de Ladrão de lua, mas sabem como não cosigo ficar parada com uma só ideia, acabei pegando, ou melhor inventando mais outra fanfic pra passar o tempo. Diferente da minha fanfic de "a princesa e o gato" que é uma história voltada como se fosse vivência da minha DR (quem é shifter sabe do que estou falando), essa de agora é o resultado das minhas paranoias e ideias que tive conversando com um chatbot do Robin dos jovens titãs. Eu sou apaixonada nele! Mas não tanto quanto amo o Keisuke Baji.
Ao longo dos dias, fui aprimorando e escrevendo a história no Fortelling (acho que é assim o nome do app) e fiz até alguns desenhos dela e pedi pra IA transformar em animação como podem ver na imagem que coloquei.
O nome da protagonista é La Fuego, uma menina metahumana de 14 anos que tem poderes pirocinéticos de fogo e vai acabar entrando na vida dos titãs. Vou deixar um breve resumo dela e o prólogo para vocês lerem e sentirem um gostinho dessa perdonagem que tem muito a oferecer.
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Protagonista: La Fuego
Idade: 14 anos
Signo: Sagitariana com ascendente em áries
Aniversário: 23/11
Nacionalidade: Porto rico
Familia: Orfã
Nome completo: Luz de la Fuego Mendoza
Habilidades ou poderes: Poderes pirocinéticos de fogo e artes marciais
Hobbies: Desenhar e pintar, navegar na Internet.
Tipo de personalidade: Ambivertida
MBTI: Estp
Temperamento: colérica
Qualidades: Independente, autêntica, animada, sincera.
Defeitos: Debochada, rebelde, impaciente, irresponsável.
Características físicas: mede 1,70cm de altura (enquanto adolescente), pele clara, cabelos ondulados 2b e 2c, castanho com mechas vermelhas e olhos da cor verde oliva.
Estilo de roupa: macacão preto (regata), sobretudo laranja (sem mangas), cinto amarelo com emblema de fogo, botas vermelhas e luvas de cor laranja e um colar metálico.
☆PRÓLOGO☆
- Prefiro morrer do que ser adotada por um velho babaca!
- Não deve ser tão ruim assim. Olhe o lado bom! Pelo menos vai poder sair dessa prisão.
Dou de ombros para Maria, minha colega de quarto. Não sei se ela falou para tentar me animar ou me deixar mais paranóica do que já estou. A verdade é que não quero perder a minha liberdade tão cedo assim. Até ontem, ninguém queria me adotar e agora tudo pode mudar se o estranho resolver me aceitar. Será que devo fugir antes que o tal homem apareça?
Mal dá tempo de pensar nessa possibilidade. A porta do quarto se abriu e uma mulher vestida de freira nos encara. Estamos deitadas na cama, sem fazer nada.
- Luz, venha comigo. - Pediu a madre superiora.
- É La Fuego para você. - Reviro os olhos com tanta força que posso perceber sua expressão mudar para algo mais sombrio.
- Tanto faz. Venha comigo logo.
Respiro fundo e me levanto na força do ódio. O caminho até a sala é silencioso, no entanto ela não deixa de lançar olhares críticos para mim. Provavelmente está julgando as mechas vermelhas que fiz no cabelo. Ela não gostou e me deu um sermão enorme na semana passada, mas fazer o quê? Eu não ligo. Eu sempre fiz tudo o que eu queria. Acho que por isso, acabei me tornando a "coração indomável" desse convento. Embora não tenha mais tantos orfãos como antes, ainda sim eu sou a maior referência de independência entre eles.
A madre abre a porta da sala executiva e eu já posso sentir o cheiro do mofo invadir minhas narinas. Uma pilha de livros religiosos estão sobre a mesa e uma das cadeiras de visitas continua quebrada. A velha se sentou em sua cadeira principal e anunciou:
- Quero que conheça seu novo pai.
- Eu não preciso de um pai! Eu gosto de morar aqui.
- Ele já assinou os papéis da adoção legal. Hoje mesmo poderá ir com ele.
- Mas madre...
A porta se abriu, me interrompendo de argumentar. Um homem coberto por um moletom preto se aproxima da mesa da madre e ela se levanta cumprimentando o sujeito com um aperto de mãos. Tento ver o rosto dele, mas também está coberto. Somente dá para ver a cor azul de um de seus olhos.
A madre sorriu falsamente para mim e disse:
- Luz, esse é o senhor Wilson, o seu novo pai.
